Autoestima feminina: como melhorar?

Olá, mulher linda!

Hoje eu vou falar com você sobre autoestima, ouvimos tanto falar a respeito, mas será que temos valorizado a nossa? Como podemos melhorar a autoestima? Quais são os sintomas quando ela está em baixa?

A palavra ‘estimar’ no dicionário tem a ver com “dar valor” a algo. Se aplicarmos então este significado à ideia de autoestima, podemos entender que é o valor que damos a nosso próprio respeito, o quanto cremos que temos valor, o quanto pensamos bem sobre nós mesmas, e isso fez um completo sentido para mim.

Quando você olha para si mesma você vê mais pontos positivos ou pontos negativos? Você pode fazer essa avaliação com base na aparência, na qualidade de seus pensamentos, na saúde, nos atos e decisões que demonstram como você se valoriza e também com base no quanto e como você cuida de seu tempo. Olhe para dentro de você e responda para si mesma: você se aprova?

A autoestima é, então, uma qualidade da mulher que está bem conectada a sua identidade, sendo uma pessoa com confiança em si mesma. Tendo como características saber-se digna, merecedora de respeito, por ser quem se é, tanto externamente quanto internamente. É entender e aceitar a luz e a sombra em sua personalidade.  Ter boa autoestima promove o bem-estar, a qualidade de vida, o amor próprio, a criatividade, a força de vontade, a coragem, a gentileza consigo e com os outros, a autocompaixão, e por fim permite desenvolver de forma tranquila a maturidade.

Boa autoestima é a valorização positiva que a mulher tem dela mesma. Ou seja, como você gosta de si mesma, como você se aprova, como você se relaciona consigo mesma. Há mulheres que agem sendo a pior inimiga… ela própria não se gosta, não se aceita, ela é a crítica dela mesma e isso retroalimenta muitos problemas, porque também reforça a baixa estima por si cada vez mais, em um círculo vicioso.

Fica comigo que você vai entender… Para você ter uma ideia, a autoestima na verdade tem a ver com um conjunto de pensamentos e sentimentos que temos a respeito de nós mesmas. E uma autoestima saudável é um dos pilares de nosso bem-estar.

Um professor, doutor em sociologia, chamado Morris Rosemberg dedicou anos da sua vida ao estudo do autoconceito e da autoestima e, então, lançou um livro onde apresentou uma proposta inicial de sua escala: a escala de Rosemberg, que “mediria” por meio de perguntas o nível de autoaprovação ou autodepreciação de adolescentes. Atualmente, seu questionário já é válido e amplamente utilizado também com adultos.

A Escala continua a ser um dos instrumentos mais utilizados por psicólogos na avaliação de autoconceito. Populações inteiras passaram a ser avaliadas e algumas conclusões interessantes foram tiradas, como por exemplo, que em países de cultura individualista, as pessoas se sentem muito competentes; mas, mesmo assim, estão insatisfeitas consigo mesmas. Além disso, estudos comprovaram que a baixa autoestima está diretamente ligada à casos de depressão, enquanto a autoestima elevada, fortalecida está correlacionada à satisfação na vida. Por isso esse é um assunto tão importante para conversamos. Que tal conhecermos as dez frases utilizadas na escala do professor Rosemberg?

  1. Sinto que sou uma pessoa digna de apreço, pelo menos tanto quanto os outros.
  2. Sinto que tenho qualidades positivas.
  3. Geralmente, sou levada a pensar que sou uma fracassada.
  4. Eu sou capaz de fazer as coisas tão bem quanto a maioria das pessoas.
  5. Sinto que eu não tenho muito do que me orgulhar.
  6. Tenho uma atitude positiva em relação a mim mesma.
  7. No geral, estou satisfeita comigo mesma.
  8. 8.Gostaria de ter mais respeito por mim mesma.
  9. Às vezes me sinto inútil.
  10. Às vezes eu penso que não sirvo para nada.

Recomendo que você faça o teste online. Você terá sua pontuação. Mas, lembre-se: o teste não é diagnóstico e não exclui sua avaliação como profissional especialista. Este é apenas um instrumento e não substitui a avaliação com profissional treinado. Independente da classificação dos resultados, se você está com qualquer sofrimento ou dúvida sobre sua saúde mental, procure sim um profissional para orientá-la, combinado?

Se você se sentir confortável compartilhe comigo seu resultado. Como está a sua autoestima? Deixe aqui nos comentários! Agora que já pudemos nos autoavaliar, vamos entender um pouco melhor sobre esse tema.

Vou te falar 3 pontos sobre Autoestima … e o terceiro é o melhor de todos eles.

AUTOTESTIMA E A INFÂNCIA

As crianças já de pequenas precisam ouvir palavras de incentivo e confiança para crescerem com uma boa autoestima. Ao valorizar uma criança, você fará com que ela seja um adulto mais confiante e com muitas possibilidades para crescer e ser bem-sucedida no futuro.

Além das palavras e estímulos positivos, há ainda o aprender pelo exemplo. Se os pais possuem uma boa autoestima, a criança cresce com boas referências de formas de pensar, agir e se comportar perante as diversas situações que se apresentam.

Claro, todas nós temos fases difíceis na vida, mas assim mesmo, a segurança interna nos dá a possibilidade de confiar que vai ficar tudo certo e nos traz esperança, que é um fator ligado ao otimismo. E é por isso que as experiências vividas nos ajudam a desenvolver a resiliência, a capacidade de levantar após cada “tombo” que levamos. E sem confiança na sua essência, em seu poder interno, a autoestima pode sim ser muito afetada.

Sabemos que a autoestima está ligada à autoaceitação, que por sua vez está ligada à autoimagem. Vamos pensar juntas aqui:  entendo que algumas mulheres querem se mostrar para o próximo da melhor forma possível, seja com uma roupa, maquiagem. Super bacana, eu também quero!

Porém, às vezes, o fato de uma pessoa viver no salão de beleza mostra mais a necessidade de ela ser aceita pelos outros do que de ela alimentar sua verdadeira autoestima… entende? Autoimagem é aceitar como você é. Não seja um personagem em sua vida. Seja você mesma. Quem você é? Esta pessoa fala a verdade… sabe falar não, sabe falar sim.

Sei que algumas mulheres pensam que precisam usar maquiagem para ficar mais bonita e se sentir bem consigo mesma… essa é só uma ferramenta válida, mas não traz permanência de estado emocional… porque some ao lavar o rosto ou tomar um banho.

Enquanto isso, há aquela que está lá, de moletom e chinelo com meia, está bem consigo mesma. Meu trabalho é para que as mulheres se amem de cara lavada e calcinha de algodão, porque daí só aumentamos a potência do resultado “mulherão” quando ela estiver maquiada, arrumada, correto? Nada mais lindo, poderoso e deslumbrante do que uma mulher autêntica e segura!

Algumas mulheres fazem de tudo para serem aceitas e isso destrói o autoamor. Não viva para ser aprovada por outros e outras. Lembre-se: você escolhe as pessoas que vão fazer parte da sua vida. Coloque limites. Deixa bem claro as coisas que você gosta e as quais você não gosta.

Nas redes sociais as pessoas mostram uma vida colorida, feliz, perfeita, muitos sorrisos, lugares maravilhosos e por detrás disso tudo estão com os corações partidos e tristes, estão passando por muitos problemas. Não se compare a elas, mesmo porque, na vida real, a sua pode estar infinitamente melhor, só que você nunca vai saber!

Por falar nisso, você sabia que estudos comprovaram que pessoas que passam mais de cinco horas por dia nas redes sociais apresentam mais sintomas de depressão grave? Pois é, este estudo foi publicado na EClinicalMedicine um jornal virtual de medicina, também foi revelado que o índice é duas vezes maior entre as meninas!

Bom, aqui você já entendeu que uma baixa autoestima é você não se aceitar, não se gostar, ter imagem negativa de você mesma, se sentir insegura, ter pensamentos negativos frequentes e ações que acabam piorando ainda mais sua autoavaliação.

Veja alguns dos sintomas: Melancolia, Ansiedade, Timidez, Insegurança. E também Agressividade, Arrogância, Impaciência e Rebeldia à autoridade. Isso só prova que a teoria dos cachorros que criei está certa, rs… ela diz o seguinte: pinscher, chihuahua late muito, estridente, incomoda, é arrogante, agressivo porque eles se sentem inseguros pelo pequeno tamanho que têm, e precisam parecer “um leão bravo”.

Já um cachorro São Bernardo é pura paz e silêncio: chega, sabe de seu tamanho e não precisa se impor, é seguro de si. Essa é minha conclusão nada científica e acadêmica, rs, de anos indo na pracinha dos cachorros atrás de casa… e me relacionando com pessoas que se achavam superiores a tudo e a todos, eu entendia o quanto de “síndrome do chihuahua” ela tinha… a agressividade da pessoa é um pedido de ajuda, mostrando a sua baixa autoestima aos quatro ventos.

Outro efeito, muito mais comum, da baixa autoestima é a falta de confiança em si, acreditar ser uma vítima em tudo, sentir culpa nos acontecimentos, não ter um objetivo na vida, não conseguir tomar decisões, não saber resolver conflitos. Todos esses são os vários sintomas da baixa autoestima.

Ser a vítima ou a agressiva, essas são algumas máscaras que usamos com frequência, infelizmente, para tentar esconder suas feridas emocionais e nos defender. Olha só que interessante…

A psicanálise explica as cinco feridas emocionais e suas máscaras:

  • Rejeição – se a pessoa já foi rejeitada, então ela usa uma máscara da escapista, ela tem medo de abrir o seu coração e ser rejeitada, então se torna uma pessoa chata, ela evita tudo e foge de compromissos.
  • Abandono – se a pessoa foi abandonada, então ela usa a máscara da desapegada. Ela vai querer chamar sua atenção, porque sempre vai achar que foi deixada de lado, e ela vai alimentar a dependência do outro.
  • Humilhação – se a pessoa foi humilhada, ela usa uma máscara da masoquista. Trabalha muito para fazer um excelente trabalho e não aceita ser criticada.
  • Quebra de Confiança – se a pessoa passou por uma situação de quebra de confiança, então ela usa a máscara da controladora. Se ela passou por uma traição, ela pode se achar não boa o suficiente e começar a controlar tudo.
  • Injustiça – se a pessoa sofreu muito com injustiças, ela usa a máscara da rigidez. Ela vai querer tudo certo e correto sempre.

Concluindo, as feridas mostram a pessoa da maneira que ela quer ser vista. Ela tenta ser o oposto do que é. Isso por conta de sua autoestima estar muito baixa. Para ter uma boa autoestima, primeiro é necessário o autoconhecimento.

AUTOESTIMA E AUTOCONHECIMENTO:

Autoestima e autoconhecimento são uma dupla inseparável. Estão sempre de mãos dadas. A autoestima é o que gostamos de sentir com o respeito e confiança em nós mesmas e o autoconhecimento que cuida de tudo isso. O autoconhecimento mostra as qualidades e competências de cada pessoa.

Se valorize com o que tem e com o que faz de melhor, sabendo que todas nós temos defeitos e que até eles podem ser corrigidos ou limitados. O autoconhecimento é um caminho de evolução, um degrau que nos eleva mesmo, porque é por ele que a vida melhora cada dia mais.

É pelo autoconhecimento que vemos o nosso histórico de ganhos, perdas e aprendizados. Por ele, reconhecemos as batalhas que todas nós tivemos na vida e de como lidamos com tudo isso para futuras atuações mais assertivas e felizes. Agora uma perguntinha bem básica e simples: quem você é?

Sim, é tão difícil que as pessoas respondem com seus papeis sociais, o famoso sobrenome com o nome da empresa. Antigamente Maria de Magdala, era da cidade de Magdala. Hoje a Maria é a Maria da Natura, da Avon, da empresa x, rs. Pra já dar aquela carimba de respeito… enfim, isso está a serviço do que?

Ter boa autoestima é essencial para ter boas relações e bons acordos, o que afeta diretamente em todos os relacionamentos, seja na área profissional, na família ou com as amizades. Quando você se olha no espelho, o que você vê? Uma imagem positiva ou negativa. Depende de você a maneira como se vê e pensa.

Muitas vezes colocamos obstáculos em nossa frente, fazendo com que esses obstáculos nos impeçam de crescer em algo que queremos e desejamos. Também as metas e objetivos acabam parecendo monstruosos, inalcançáveis. Isso só prova que você está com sua autoestima lá nos pés.

Ah, antes de falar do pulo do gato, não esqueça de seguir meu instagram @circulofeminino, lá você terá conteúdos especialmente preparados para contribuir a seu autoconhecimento.

Agora, o pulo do gato…

COMO VENCER OS PROBLEMAS DE AUTOESTIMA?

Ficar se lamentando dos problemas, apenas te faz sentir mais pra baixo. Então, vamos aprender algumas atitudes que vão te ajudar a realizar uma mudança em sua vida e em sua autoestima:

  1. Não reclame do que já passou – não fique lembrando de problemas que já não têm mais solução. É tempo de recomeçar! As experiências passadas servem exatamente como lições e com os erros aprendemos “como não fazer” as coisas. Tudo bem errar, guarde o novo aprendizado e siga em frente!
  1. Todo dia é um novo dia – priorize as coisas que você tem para resolver naquele dia, viva um dia de cada vez, não vale sofrer hoje pelo problema de amanhã, isso é sofrer duas vezes e não aproveitar seu dia, então, vamos lembrar da máxima “CARPE DIEM” e viver intensamente o hoje, aproveitar este dia que é um presente e fazer novas memórias!
  1. Todos temos defeitos, você não está sozinha – saiba lidar com seus defeitos e problemas. Pessoas chegam no topo da escada usando a humildade e sendo persistentes com o que querem. Se melhorando sempre. Claro que às vezes nos frustramos, nossas expectativas são quebradas, não conseguimos algo naquele tempo desejado, não controlamos o mundo. Muita coisa está sob o comando da “Nossa Senhora do Fluxo”, e precisamos bailar segundo o que se apresenta. Claro que não queremos assumir nossos defeitos, mas eles também são parte de nós, toda sombra precisa ser compreendida, digerida e integrada, e daí então otimizada para algo que não nos faça mal. Tem dias que são mais difíceis mesmo, dependendo do que estamos passando, mas somos mulheres, orgânicas, cíclicas e não máquinas e robôs. Sim, temos sentimentos e o corre-corre do dia a dia muitas vezes gera estresse. Assim mesmo, devemos confiar e nada de desânimo. Desistir não vai ajudar. Levante essa cabeça e siga em frente. Ânimo é tudo!
  1. Estude – leia um bom livro, onde aprenderá muito para seu crescimento e para sua maturidade. Ou mesmo algum livro que apenas te faça “viajar”. A leitura é benéfica de várias formas, ler somente por diversão também é muito bom e praticamente todo livro nos deixa algum aprendizado, mesmo a história de ficção mais maluca com animais falantes e seres mitológicos como as Crônicas de Nárnia ou Senhor dos Anéis, por exemplo… ao final, eles ensinam muitas coisas! 
  1. Ande com quem te faz bem – Se aproxime de pessoas que te ensinem algo, de pessoas que te admiram e que te valorizam. É muito importante procurar as pessoas certas, pessoas que já venceram batalhas semelhantes à sua serão uma boa ajuda para seus momentos de conflito. Pessoas maduras sabem se alegrar com você por suas conquistas e chorar junto em momentos de dificuldade. Elas estarão ao seu lado, independente da circunstância, então escolha bem! Como aquela famosa frase “diga-me com quem andas e te direi quem és”. Isso vale também para as pessoas que você segue on-line, rs, escolha bem! Por falar nisso… me segue lá nosso insta <3 Procure ter amizades que provoquem o seu crescimento em algo, que valorizem as coisas que você faz, e também se aceite e entenda que defeitos todas temos.
  1. Procure ser encantadora – seja uma pessoa que encanta as pessoas com a sua alegria, humildade, honestidade onde você vá influenciar as pessoas que estão perto de você. Seja você essa pessoa que falamos no ponto anterior, seja exemplo para alguém, ajude outras mulheres a se encontrarem internamente, faça a diferença na vida das pessoas à sua volta só pelo seu modo de ser. Esse é o seu poder!
  1. Tenha sonhos – faça metas para alcançar, não desista de sonhar, é importante ter um alvo para o futuro, um sonho, um propósito no qual pensar quando estiver passando por momentos difíceis, pois eles te darão esperança quando você mais precisar.
  1. Se valorize – você tem valor nas coisas que faz, seja honesta com você mesma. Acredite mais em si, não vale se boicotar, nem achar que é uma impostora quando alguém lhe fizer um elogio… aliás, se você se sente assim e quiser saber mais sobre isso, dá uma olhada no vídeo sobre a “Síndrome da Impostora” aqui no canal e aprenda a vencê-la.
  1. Para finalizar, mais um conselho: respeite o seu ritmo! Aprendemos muitas coisas e queremos colocar tudo em prática “para ontem”, mas às vezes isso é um motivo de frustração, porque acabam sendo metas inalcançáveis, então, escute tudo, aprenda o quanto puder e coloque em prática aquilo que for possível dentro do seu próprio ritmo.

Autoestima não é teoria e sim prática diária. Cresce quando você gosta do que faz, do que fala, do que cria e do que é bom para você, do que cuida de você. Para se valorizar, tenha atitudes que te orgulhem. Se aceite como você é. Comece acreditando que tudo vai dar certo e é possível. Seja o bom dia que você deseja. Tenha uma boa autoimagem, se ame, se cuide, se vista bem, sorria para você mesma. Faça coisas que você gosta. Coloque a roupa que você mais gosta, faça uma linda maquiagem, arrume o cabelo e saia para um passeio com você mesma, admire as coisas lindas a sua volta e viva a vida.

Mas faça por você, não pela aprovação alheia… é muito importante você, mulher, entender que é a protagonista da sua história, ainda que em alguns momentos a história pareça confusa, difícil de compreender e a vida esteja como um emaranhado de fios sem sentido. Uma hora você verá que do outro lado existe um belo bordado, uma figura linda, um futuro especial aguardando por você.

“Ame-se, a tua paz é somete tua, então cultiva ela e seja a pessoa bonita que vive dentro de você. ” (Lais Rosa )

 

REFERÊNCIAS:

Ribas, Samuel. Live sobre autoestima. Disponível em: https://youtu.be/oP4ESPCtnxo

A escala da autoestima de Rosenberg: uma ferramenta muito útil. Disponível em: https://amenteemaravilhosa.com.br/escala-autoestima-rosenberg/

HUTZ, Claudio Simon; ZANON, Cristian. Revisão da apadtação, validação e normatização da escala de autoestima de Rosenberg: Revision of the adaptation, validation, and normatization of the Roserberg self-esteem scale. Aval. psicol.,  Porto Alegre ,  v. 10, n. 1, p. 41-49, abr.  2011 .   Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1677-04712011000100005&lng=pt&nrm=iso>. acessos em  04  ago.  2020.

Restelli, Regina. 4 exercícios para mudar pensamentos e comportamentos repetitivos.  Disponível em: https://www.personare.com.br/4-exercicios-para-mudar-pensamentos-e-comportamentos-repetitivos-2-m7180

Referência: HUTZ, Claudio Simon; ZANON, Cristian. Revisão da apadtação, validação e normatização da escala de autoestima de Rosenberg. Aval. psicol., Porto Alegre , v. 10, n. 1, p. 41-49, abr. 2011 .

 

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Tais Caldas

Sou Tais Caldas, idealizadora e facilitadora do Programa Círculo Feminino. Desenvolver grupos de mulheres interessadas em autoconhecimento, resgate de autoestima e redescoberta do prazer na vida. Possuo Capacitação em Saúde e Educação Sexual pela ABRASEX – Associação Brasileira dos Profissionais de Saúde, Educação e Terapia Sexual. Além disso, crio arte em aquarela e sou uma amante da aromaterapia, sendo esses meus hobbys. Formada em Relações Internacionais pela PUC-SP e pós-graduada pela Unesp. Atualmente estou em minha segunda graduação, em Psicologia.

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